26 de dezembro de 2009

Pela primeira vez na sua história, o mundo decidiu nomear a pessoa do ano. “Sua personalidade” do ano. O exercício pode parecer arriscado ou banal. Quem distinguir? Com que critérios? Em nome de que valores? Como a diferenciação entre grandes e prestigiados colegas estrangeiros, como a revista Time, que há muito já ultrapassou esse caminho, elegendo a sua “Personalidade do Ano”?
Nossas conversas têm destaque o que nos une sob a bandeira do Mundo. Desde os últimos sessenta e cinco anos, o título do nosso trabalho é um convite a olhar global, optamos por uma pessoa cujo trabalho e reputação tomaram uma dimensão internacional. Ansioso para escapar escolhas forçadas que poderia trazer-nos para o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (mas ele era mais humano, em 2008, de 2009), também foram excluídos os valores “negativos”, embora a sua ação é fundamental na nova configuração global: Vladimir Putin e a sua tentação tentativa de reconstituir o império soviético, Mahmoud Ahmadinejad, cujo cada palavra e cada ação é um desafio para o Ocidente.
Desde a sua criação, o Le Monde, marcado pela mente analítica de seu fundador, Hubert Beuve-Méry, um jornal quer (re) construção, se não espero que veículo em seu caminho uma parte do positivismo Auguste Comte, pega o caso para os homens de boa vontade. Portanto, para este primeiro compromisso, agora desejam renovar a cada ano, a nossa escolha por causa do coração e tem incidido sobre o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, mais conhecido sob o simples nome de Lula.
Sentimos que por sua carreira singular do antigo sindicalista, para seu sucesso na condução de um país tão complexo como o Brasil, com sua preocupação com o desenvolvimento econômico, a luta contra as desigualdades e a defesa do ambiente, Lula foi bem merecido … o mundo.

Le Monde
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"Vale lembrar que, para o El País (Espanha), a Personalidade do Ano também foi Lula.
FHC vai cortar os pulsos!

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