28 de agosto de 2008

“O feio é uma forma do belo. (…) Todas as belezas contêm, como todos os fenômenos possíveis, algo de eterno e algo de transitório, de absoluto e de particular. A beleza absoluta e eterna não existe, ou melhor, ela não é mais que uma abstração que desflora na superfície geral das diversas belezas. O elemento particular de cada beleza provém das paixões e, como temos nossas paixões paticulares, temos nossa beleza”.
Charles Baudelaire (1821-1867)

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