6 de janeiro de 2016

Arent

Foto de Hannah Arendt
A prova de vitalidade de um pensamento não reside apenas na avaliação dos efeitos que foi capaz de produzir enquanto o pensador se encontrava vivo, mas se confirma em vista de sua capacidade de continuar a produzir efeitos no pensamento de outros, muito tempo depois da morte do pensador em questão.
Hannah Arendt (1906-1975) faleceu há quarenta anos e desde então seu pensamento vem recebendo claras provas de consagração, prosseguindo vivo, forte e vibrante tanto no Brasil quanto em diversos outros países, como o atesta a crescente literatura dedicada à exploração e explicação de aspectos importantes da obra arendtiana. O pensamento que perdura é aquele cuja riqueza conceitual permite que outros pensadores possam dele se apropriar até o ponto de renová-lo e revigorá-lo.

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