17 de abril de 2015

Árvore

Raymond Quinsac Monvoisin
Árvore sob céu azul
Com rosto indiferente e ar de pouco caso,
saúdo as madrugadas, os ocasos
Árvore, hei de olhar, com mirada isenta
o céu azul ou a fúria da tormenta.
A vida, digo, é féretro no qual
dor, alegria do homem têm o seu final.

Kóstas Karyotákis (1896–1928)
Tradução: José Paulo Pais

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