28 de março de 2015

A Sociedade do Espetáculo

Descartes disse: “Penso, logo existo”.
Mas hoje muitas pessoas... Não penso, não existo, só assisto.
Philip Evergood
“A alienação do espectador em proveito do objeto contemplado (que é o resultado da sua própria atividade inconsciente) exprime-se assim: quanto mais ele contempla, menos vive; quanto mais aceita reconhece-se nas imagens dominantes da necessidade, menos compreende sua própria existência e seu próprio desejo”.
[...]
“A exterioridade do espetáculo em relação ao homem que age aparece nisto, os seus próprios gestos já não são seus, mas de outro que lhes apresenta”.
Guy Debord (1931-1994)

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