1 de outubro de 2013

Dia Internacional do Idoso

O primeiro dia do mês de Outubro foi marcado pela Organização das Nações Unidas (ONU), desde 1991, como Dia Internacional do Idoso, com vista a uma reflexão, promoção e proteção dos seus direitos e dificuldades.
O mundo está no centro de uma transição do processo demográfico única e irreversível que irá resultar em populações mais velhas em todos os lugares. À medida que taxas de fertilidade diminuem, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais deve duplicar entre 2007 e 2050, e seu número atual deve mais que triplicar, alcançando dois bilhões em 2050. Na maioria dos países, o número de pessoas acima dos 80 anos deve quadruplicar para quase 400 milhões até lá.
Entre 1950 e 2012, o número de habitantes do mundo mais do que duplicou: de 2,5 bilhões em 1950, somos mais de 7 bilhões em 2012. No Brasil, no mesmo período, a população quase triplicou, registrando 194 milhões de habitantes no último ano. No entanto, o crescimento do número de idosos no conjunto da população brasileira foi ainda maior, especialmente na última década. Pessoas com mais de 60 anos, que representavam 8,5% em 2000, passaram a constituir 10,8% do número total de brasileiros em 2010. Movimento que, de resto, vem se mostrando comum em boa parte do mundo.
O crescimento da longevidade, resultado da melhoria das condições de vida em parte significativa do planeta, se combina a uma queda generalizada da natalidade, o que muda completamente a composição etária dos países em todo o planeta.
As alterações demográficas das últimas décadas estão gerando mudanças de toda ordem.
No Brasil em 2003 foi criado o Estatuto do Idoso, que garante que seus direitos sejam respeitados. O regulamento traz várias disposições como: não ficar em filas; não pagar passagem de ônibus coletivo; descontos em atividades de cultura, esporte e lazer; adquirir medicamentos gratuitos nos postos de saúde; vagas de estacionamento; dentre outras, medidas em respeito à fragilidade em que os mesmos se encontram.
É preciso que sejam tratados com reverência e consideração, por serem mais velhos e por terem mais experiência de vida, aspectos fundamentais para a sua estabilidade emocional.

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