23 de junho de 2013

Discurso

Théo van Rysselberghe
Estéril discurso
onde a promessa

esvoaça

plumas idealizadas
das asas do anjo

sem sexo.

Pedro Du Bois

Um comentário:

Pedro Du Bois disse...

Grato, Maria José pela gentileza do espaço permitido ao poema. Abraços, Pedro.